O trabalho desenvolvido pelo Hospital da Criança de Maringá na área de doenças raras foi reconhecido pela Assembleia Legislativa do Estado do Paraná durante a Sessão Solene “Fevereiro Lilás” — mês de Conscientização das Doenças Raras — realizada no dia 23 de fevereiro de 2026, no Plenário da Casa.
A Menção Honrosa, concedida por proposição da deputada estadual Maria Victoria, destacou o impacto positivo do atendimento oferecido pela instituição às crianças e famílias atípicas da região. A homenagem foi indicada por famílias que acompanham de perto o trabalho do hospital.
A diretora geral, Juliana Motta, representou a instituição na solenidade e recebeu a honraria em nome de toda a equipe. “Cada profissional que atua no hospital contribui para que as crianças com doenças raras tenham acesso a atendimento especializado e humanizado. Recebemos essa homenagem em nome de todos que constroem diariamente esse cuidado”, destaca a diretora.
“Uma das principais conquistas que tivemos nos últimos anos foi a construção da Ala de Genética e Doençaas Raras no Hospital da Criança de Maringá, a primeira ala específica para essa causa no interior. A homenagem é o reconhecimento do Estado do Paraná ao importante trabalho em prol de crianças e famílias da região”, ressalta deputada estadual Maria Victoria
Referência regional
O Hospital da Criança de Maringá conta com um Ambulatório de Genética e Doenças Raras, inaugurado em maio do ano passado e se consolidou como referência para Maringá e municípios da região já realizou mais de 230 atendimentos.
A unidade também realiza sessões de terapia de reposição enzimática em paciente diagnosticada com Mucopolissacaridose, garantindo acesso a tratamento de alta complexidade de forma humanizada e próxima à família.
O ambulatório atende pacientes de diversos municípios, oferecendo suporte técnico e acolhimento às famílias que convivem com condições raras, muitas vezes marcadas por longas jornadas em busca de diagnóstico e assistência adequada.
A Sessão Solene “Fevereiro Lilás” reforçou a importância da conscientização sobre as doenças raras e evidenciou o papel das instituições de saúde na promoção de diagnóstico, tratamento e acolhimento às famílias.